Trabalhadores da Embraer Eugênio de Melo também exigem reajuste e estabilidade

jhhj Nesta quarta-feira (9) foi a vez dos trabalhadores da Embraer de Eugênio de Melo votarem contra o abono proposto pela empresa. As assembleias reuniram cerca de 1.200 funcionários dos 3 turnos da unidade.

A votação reafirma a decisão tomada na terça-feira pelos trabalhadores da unidade Faria Lima, em que foi reivindicada a estabilidade no emprego e reajuste salarial. A Embraer tem até sexta-feira (11) para se posicionar, caso contrário vai ter paralisação.

Por enquanto, a Fiesp (que representa a Embraer e setor aeronáutico nas negociações) propôs zero de reajuste salarial. Em troca a empresa daria um abono entre R$ 7 mil e R$ 9 mil para os trabalhadores, o que significa achatamento de salários e direitos.

“Assim como na Faria Lima, os metalúrgicos de Eugênio de Melo conhecem seus direitos e irão lutar por eles. Aqui, ninguém vai cair nessa armadilha do abono. Queremos reajuste dos salários e estabilidade no emprego”, afirma o diretor do Sindicato Eder de Andrade.

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